Câmara Municipal realizará audiência pública 6ª para debater projeto contra a ideologia de gênero nas escolas

Projeto de Lei, que tem assinatura do vereador Antônio Pimentel Filho com emenda de Alexandre do Sindicato, visa coibir material didático impróprio para crianças e adolescentes na Rede Municipal de Ensino

Caso o projeto seja aprovado, essa lei tratará de definir parâmetros a serem seguidos e coibição da erotização precoce de crianças e adolescentes na rede municipal de ensino [Foto: Google imagens]

A Câmara Municipal de Campina Grande, na Paraíba, vai realizar uma audiência pública, nesta sexta-feira (15/06) para discutir o Projeto de Lei nº 582/2017, de autoria do vereador Antônio Alves Pimentel Filho e com emenda do vereador Alexandre Pereira da Silva, dispondo de proibição do ensino de ideologia de gênero e a distribuição de material didático com conteúdo impróprio para crianças e adolescentes em âmbito escolar.

Dessa audiência pública participarão representantes de vários setores da sociedade serrana, como Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Igreja Católica, Igreja Evangélica, representada pela Ordem dos Ministros Evangélicos do Brasil, conselho estadual da Paraíba. (A população de Campina Grande já pode telefone ou enviar mensagens aos vereadores pedindo a aprovação desse projeto. Veja como:)

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Na justificativa para a aprovação do projeto, o vereador Antônio Pimentel lembra que o mundo está cada vez mais insalubre para as crianças. Hoje, segundo Antônio Pimentel, fala-se em direitos sexuais para crianças e adolescentes a partir de cinco anos de idade, as instituições governamentais gasta tempo, dinheiro e energia em seminários para discutir a que idade as crianças devem começar a se auto manipulares, os livros didáticos trazem cada vez mais cedo a temática da educação sexual.

“Infelizmente, apesar da lei federal que disciplina as publicação, elas estão apelativas demais o que traz erotização de crianças e incentivam diversos males como a violência sexual, gravidez na adolescência entre outros”, diz o edil.

Caso o projeto aprovado, essa lei tratará de definir parâmetros a serem seguidos e coibição da erotização precoce de crianças e adolescentes na rede municipal de ensino, à luz da Lei Federal nº 8.069/1999, conhecida como Estatuto da Criança e do Adolescente.

No artigo 2, do projeto, está escrito que, “ficam vedadas as práticas de ensino da ideologia de gênero, bem como suas exposições públicas de caráter didático/pedagógicos, e também a publicidade e a distribuição de material de contenham conteúdo impróprio ou inadequado a crianças e adolescentes na rede municipal de ensino”.

Pelo projeto do edil campinense, o material didático, paradidático, cartilhas ou qualquer outro tipo de material escolar, destinados ao público infanto-juvenil não poderão conter ilustrações, fotografias, legendas, crônicas ou anúncios de bebidas alcoólicas ou tabaco, e deverão respeitar os valores éticos e sociais da pessoas e da família, conforme dispõe o artigo 79 do Estatuto da Criança e do Adolescentes (Lei Federal 8.069/1990).

Assim, as escolas do sistema de ensino público e privado serão responsáveis pela adoção de livros didáticos, paradidáticos ou qualquer complementar de ensino com o devido cumprimento desta lei.

Explica o vereador Antônio Pimentel, que, para efeitos desta lei é considerado material impróprio ou inadequado a crianças e adolescentes aqueles que contenham imagens ou mensagens sexuais com conotação intencionalmente erótica, obscena ou pornográfica. As escolas que descumprirem essa lei serão advertidas e os coordenadores e diretor serão afastados de seus cargos.

BIÓLOGO

Ouvindo pela reportagem deste portal, a respeito da ideologia de gênero, o biólogo Ricardo Marques, de Fortaleza (CE), afirmou:

“A situação da Ideologia de Gênero e da sexualização/erotização de crianças na Alemanha, Canadá e alguns outros países revela com clareza aquilo que nos espera aqui no Brasil, se não formos suficientemente hábeis, articulados, rápidos e contundentes para conter o seu avanço, especialmente nas escolas”, disse o biólogo cearense.

Doutor Ricardo Marques falou ainda sobre a vigilância dos pais:

“E não sejamos tolos: Não basta eliminar essa aberração dos Planos de educação federal, estadual e municipal, é preciso garantir que esteja fora dos livros didáticos e paradidáticos, que professores não a levem pra sala de aula e que as escolas (autoridades escolares e os pais) vigiem para não violentaram nossos filhos sorrateiramente nisso”, disse.

Veja o vídeo alemão – ainda é de 2013, mas é assustador pelo grau de totalitarismo do Estado contra as famílias.

Por: Gomes Silva
Redação: Visão Cristã

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