No Japão, igreja leva ajuda humanitária a afetados por terremotos

Dois fortes terremotos atingiram a região de Kumamoto, sul do Japão, há duas semanas, deixando pelo menos 48 mortos e milhares de desabrigados. Nesse cenário de caos, uma igreja está levando ajuda aos atingidos.

Equipes da City Harvest Church em Cingapura foram enviadas ao Japão para auxiliar as vítimas. Essas equipes têm levado suprimentos aos atingidos, entregando comida e água a um hospital, em Higashi-ku, e a uma das igrejas destruídas em Kumamoto.

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Além dos suprimentos, as três equipes enviadas pela igreja cingapurense também está ajudando, dentro do possível, nos reparos aos prédios danificados na região. O trabalho foi dificultado a partir da quinta-feira (21), quando choveu forte na região.

“Foi difícil realizar muitos trabalhos de reparo, mas as equipes foram criativas”, disse Kong Hee, pastor da igreja. “Já que o suprimento de água nessas cidades está bastante limitado, os voluntários coletaram água da chuva para higiene pessoal.”

Em uma mensagem pelo Facebook, Kong agradeceu o esforço dos voluntários no Japão.

“Muito obrigado, gente, por trabalharem tão duro pelo Senhor Jesus Cristo. Somos muito gratos e estamos orgulhosos de vocês. Todos aqui na CHC em Cingapura e a família Harvest em outros lugares estão orando por vocês. Sejam fortalecidos no Senhor e na força do Seu poder”, dizia o texto.

Além da City Harvest Church, outras entidades e governos de outros países também estão enviando ajuda humanitária ao Japão, a exemplo do Exército dos Estados Unidos.

O primeiro dos terremotos atingiu a região de Kumamoto no dia 14, com intensidade de 6,5 graus na escala Richter. Outro tremor, ainda mais forte, de 7,3 graus, foi sentido 28 horas depois. Apesar de toda a tecnologia desenvolvida para minimizar as consequências de terremotos em solo japonês (frequentemente atingido por tremores), muitos prédios e casas desabaram. As autoridades locais estimam que mais de 50 mil pessoas ainda estejam desabrigadas.

 

Por Mariana Gouveia

Foto: japantimes.com

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